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Por volta de 1959, com 9 anos, meu pai, o Sr. Oswaldo, que era inspetor escolar da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, foi transferido de Penápolis para Sorocaba.
A princípio, meu pai alugou uma casa, a qual veio a adquirir anos depois, na Rua Moreira César, em frente à Padaria Real. E é claro, o meu pai se tornou freguês da padaria, onde logo lhe foi concedido o privilégio de ter a caderneta mensal.
E eu, que sempre gostei muito de doce, tinha minha cota mensal dos sonhos e outros doces que sempre foram feitos com muita qualidade, sob a supervisão, na época, do Zé Vicente e de seu irmão Carlos Alberto, filhos do seu Zé de Souza, proprietário da padaria.
E assim, morando em frente e como eu ia até lá várias vezes por dia, acabei fazendo amizade com todo mundo.
Nessa época, para fregueses que moravam longe, o pão era entregue na casa e quando o Zé Vicente ia dirigindo a Kombi de entrega e se eu estava por lá, me convidava para ir junto.
E eu certamente aceitava o convite. E lá ia eu feliz da vida “ajudando” na entrega do pão com o Zé Vicente.
Lembrança que ficou muito marcada na minha infância. Lembrança feliz.
Atualmente, moro em Campo Grande/MS, me casei com a Fauzia, amiga de infância da minha irmã Célia, e todas as vezes que vou à Sorocaba, faço questão de ir a Padaria Real, comer alguma coisa lá e cumprimentar o Zé Vicente, pessoa pela qual eu tenho grande respeito e admiração pela importância que ele tem para o comércio varejista de Sorocaba.

