
As três Copas da minha vida: 1966,1970 e 1982
15 de julho de 2026Esse episódio ocorreu por volta do ano de 1964, talvez 1965. Desde então, passei a acreditar “piamente” na existência de seres extraterrestres. Pouco comento sobre essa visão, pois sei o quanto as pessoas, ainda hoje, não acreditam nessas histórias, a não ser que, como eu, tenham presenciado algo parecido.
Estávamos ali, eu, o Ramon e sua mãe, Dona Mariquinhas, em frente à casa do Ramon, na rua Perseverança, ali mesmo na Vila Santo Antônio, finalzinho da tarde, entre 17h30m e 18h00m.
Tinha talvez 9 ou 10 anos. Conversávamos ali tranquilamente, quando de repente, pairou sobre nós, algo estranho aos nossos olhos, enorme, formato redondo, luzes coloridas piscantes, incessantemente, muito grande, moldada em um material muito parecido com aço. Por alguns instantes, permaneceu ali, a pouca altura, sem ruído algum, imperceptível aos ouvidos. Suas luzes brilhantes piscavam reluzentemente. Uma cena incrível…
Dona Mariquinhas, muito assustada, me perguntou:
– O que é isso, meu Deus do céu… ai que medo.
Aí eu respondi: nossa… eu acho que é aquela coisa que chamam de “disco voador”… Nunca vi isso na minha vida… Ela me perguntou: “Mas o que eles querem por aqui?”
– Sei lá, respondi de imediato. Podem nos levar embora… Já ouvi falar que pegam pessoas aqui da Terra, para fazer estudos… Eu hein, vou cair fora…
E aí ela chamou o Ramon desesperada e muito assustada e entraram rapidinho pra casa.
Saí em disparada pra minha casa também, nem olhei para trás…
Aquela visão me marcou “pro resto da vida”… Nunca mais esqueci aquele acontecimento…
Até hoje, procuro pelo Ramon nas redes sociais, pergunto pra algum amigo se alguém sabe sobre o paradeiro dele para falarmos sobre aquela tarde, mas nunca mais o encontrei… Desde então, por mais uma vez ainda, tive uma visão de um OVNI, porém não tão próxima como da primeira vez. Aí já era por volta dos anos 80.
Tenho certeza e muita convicção de que ali, vimos realmente o disco voador. Era uma imagem tão real e não se tratava de “visões imaginárias” de um garotinho de 10 anos. E eu tinha ainda, as testemunhas que presenciaram a mesma cena comigo.
Sempre acreditei que não estamos sozinhos nesse mundo. Existem vidas além da nossa, com certeza.
Nos dias atuais, esse assunto ainda me traz essas lembranças e muito me interessam. Tô sempre em busca de informações a respeito desse assunto… adoro ler sobre OVNIS e experiências de outras pessoas e seus relatos muito parecidos com o que me ocorreu. Pena não encontrar mais o meu amigo Ramon para discutirmos e saber se ele se lembra desta data (teria sido abduzido o coitado do Ramon?)…
E assim concluímos uma das minhas “doces lembranças” da minha infância na Vila Sto Antônio…
Até breve…

